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Margareth Arilha: Domingo no parque

July 24, 2019

Jundiaí é um município privilegiado, possui o Parque da Cidade, uma obra apreciada por todos os seus moradores e visitantes. É bem verdade que a cidade tem o privilégio de ser rodeada por lençóis de água.

 

Tem água, muita água, é verdade. Já em 1899, o primeiro reservatório foi instalado no Anhangabaú, e em 1901, inaugurou-se a Empresa de Abastecimento de Água e Serviços de Esgoto e Iluminação Pública, como entidade privada que construiu as primeiras redes de água na cidade. Algumas décadas depois foi construída a primeira represa do município, no Horto Florestal, e um pequeno reservatório no bairro, para captar a água do Rio Jundiaí-Mirim.

 

Já nos anos 60, diante da necessidade de enfrentar o crescimento populacional e chegada de indústrias, cria-se o DAE, e se inaugura a estação de Tratamento de Água na cidade. Decide-se acompanhar e monitorar as crescentes e diversas necessidades de água da cidade.

 

E é neste processo, que o Parque é idealizado, e é inaugurado em 2004, de pois de um longo e continuo esforço. Atualmente, quinze anos depois, cerca de cinco mil visitantes pisam naquelas instalações em finais de semana e feriados. Qualquer um pode testemunhar a felicidade com que as pessoas circulam por ali.

 

Pensado em função da necessidade de cuidar da água e de promover a ocupação estratégica do espaço urbano, o parque foi entregue como uma proposta de lazer e cultura. As melhorias que foram realizadas nessa gestão surpreendem por não se restringirem a apenas cuidar do que já estava instalado, mas por tornar mais robustas as instalações, sempre pensando numa interação de maior qualidade com os visitantes.

 

Namoros, festas familiares, cuidados com idosos, pessoas portadoras de discapacidades brincando, competindo entre si, turmas de amigos jogando suas variadas partidas, pais ensinando seus filhotes a andar de patins, mães circulando com suas crianças, bicicletas, idosos em cadeiras de rodas, famílias inteiras, crianças vendo as capivaras ou passarinhos ou formigas, como se estivessem num grande zoológico, aprendendo a respeitar e curtir a natureza. Enfim, um espaço de felicidade. Esse hoje é o Parque da Cidade.

 

A César o que é de César: parabéns autoridades de todos os partidos que durante décadas mantiveram o Parque como uma prioridade. Orgulhem-se em torno dessa real obra coletiva, feita passo a passo, para a cidade e seus cidadãos. Andem por ali e sintam a felicidade de terem feito uma linda gestão de uma linda obra, sem perder o rumo. Parabéns prefeito, DAE, secretarias e todos os funcionários envolvidos. A cidade agradece.

 

MARGARETH ARILHA é psicanalista e pesquisadora do Nepo (Núcleo de Estudos em População Elza Berquo), da Unicamp.

 

 

Acesse: JJ/Principal/Opnião/Domingo no parque.

 

 

 

 

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